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MODA: {EcoFashion} Shaire é lançada e chancela produtos com carbono retirado de fontes poluentes

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Protótipos de óculos desenvolvidos pela Wiit são os primeiros produtos a levarem a marca Shaire

Durante a Brasil Eco Fashion Week, evento anual que celebra a moda sustentável brasileira ocorrido de 15 a 17 de novembro, foi lançada a Shaire. A marca brasileira é uma iniciativa que visa apoiar tecnologias que retiram o carbono de fontes poluentes e o insere em produtos, além de ampliar a sensibilização sobre seu valor agregado (ambiental e financeiro) e sua importância para a atenuação das mudanças climáticas.
Na primeira linha de protótipos de produtos que levam a sua marca e que foram desenvolvidos por empresas parceiras, há o uso de tecnologia que captura o dióxido de carbono de fontes emissoras e transforma suas moléculas para se obter o carbono sólido, permitindo que este elemento seja utilizado na composição de produtos diversos.
O lançamento conceitual da Shaire na Eco Fashion se concretizou em dois protótipos: óculos desenvolvidos pela empres…

MODA: Mitos Sobre a Sustentabilidade Fashion




O que é verdade ou mentira no movimento de moda consciente



A indústria da moda é a terceira mais poluente do planeta, muitas marcas estão pensando em como diminuir esse impacto na produção. A MUMO é uma das empresas comprometidas em pensar moda sustentável de forma acessível, mas ainda existem muitos mitos sobre esse movimento e vamos desmistificar em cinco tópicos:


1. A moda sustentável é cara

Antes de mais nada, é preciso entender o custo de toda cadeia produtiva, a matéria prima orgânica chega a ser 50% mais cara que uma não orgânica e a mão de obra é remunerada de forma justa, recebendo até 2 vezes mais. Por esse motivo, a moda sustentável se torna um pouco mais cara que outras marcas tradicionais, mas nem tanto quando consideramos todo processo por trás de uma peça.


2. Moda sustentável não tem referência de passarela.

Não necessariamente. Certamente existem marcas adeptas do movimento slow-fashion, onde as peças são mais atemporais ou básicas, mas há também outras marcas que se incluem referências dos principais desfiles internacionais em suas coleções. "Nós lançamos quatro coleções anuais, que são desenhadas para estarem ligadas com o atual momento da moda, mas conversarem entre si, para o cliente poder criar looks entre coleções" diz da MUMO, Luana Goldstein.


3. Consciência no consumo.

A moda sustentável minimiza os impactos causados ao meio ambiente, mas ainda gera. O uso de agrotóxico é menor ou até nulo, a emissão de CO2 também é reduzida, mas é impossível não ter impactos. Cada escolha gera um impacto na natureza, é importante ser consciente. É melhor consumir moda sustentável do que tradicional.


4. A qualidade dos tecidos é inferior.

Também é um mito pensar que a qualidade do produto é inferior por conta da matéria prima. Na verdade é justamente ao contrário. As peças são pensadas para serem duráveis e não gerar consumo desnecessário, como nos Fast-Fashions. Os produtos são feitos com material selecionado e de alta qualidade para as peças terem caimento perfeito no corpo do consumidor e durarem por mais tempo e gerar menos lixo.


5. Se a matéria prima é sustentável está tudo certo

Ter matéria prima sustentável é um bom caminho, mas existem muito mais coisas a serem consideradas. A sustentabilidade vai além do tecido. É importante se preocupar com toda a cadeia de produção. Matéria-prima, processo produtivo, mão de obra, retalhos à retribuição ao planeta, em ações socioambientais. "Moda sustentável é a somatória de ações ao longo de toda a cadeia. Um único detalhe é marketing e não sustentabilidade" comenta Rodrigo Tozzi, CEO da MUMO.



Sobre a MUMO

A MUMO é a startup de moda mais cool e responsável do mercado, tendo a missão de trazer, a cada ano, uma causa socioambiental e colocando-a no centro de tudo o que faz. Nascida em agosto de 2017, a marca se propõe a contribuir na diminuição do impacto da indústria da moda em toda sua cadeia produtiva, desde materiais, mão de obra justa, operações e doações de parte do faturamento para ONG. Além do e-commerce próprio, as peças da MUMO estão à venda na Dafiti, Zatini e Amazon.



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