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GASTRONOMIA: Masters of Pasta - Aprenda a preparar Sopa de Mandioquinha e Costelinha Suína

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A Barilla, maior fabricante de massas do mundo, elaborou a receita Sopa de Mandioquinha e Costelinha Suína. Preparado com o Farfalle Barilla, o prato oferece sabor e textura para o tempo mais frio, além de ser uma opção prática e versátil para aqueles que procuram por uma refeição rápida.
Aproveite a receita para mostrar que, com a massa Barilla, fica mais fácil ser um Masters of Pasta!
SOPA DE MANDIOQUINHA E COSTELINHA SUÍNA
Rendimento: 6 | Nível de dificuldade: Iniciante | Tempo de preparo: 35 min
INGREDIENTES500g de Farfalle Barilla2 kg de mandioquinha descascada e cortada em pedaços médios1 kg de costelinha de suína defumada200g de bacon1 cebola média2 dentes de alho2 unidades de alho-poró1 ramo de alecrim1 ramo de tomilho2 tomates maduroSalsinha picada à gosto1 colher de coentro frescoAzeite de oliva extravirgem, sal e pimenta do reino preta a gosto
MODO DE PREPARO1. Coloque 2 litros de água em uma panela de pressão. Corte a costelinha em pedaços grandes e cozinhe até que fique ma…

MODA BRASILEIRA: a abertura do mercado.

  Os movimentos de aglutinação da moda brasileira sucumbiram diante de um mercado difícil. Em 1990, a flutuação cambial e a falta de condições para a exportação criaram uma crise no setor. Em abril, a moda também foi gravemente afetada pelo Plano Collor, que instalou o cruzeiro como moeda e interferiu na vida de todos, comprometendo o consumo. “Foi uma parada cardíaca”, definiu a empresária Costanza Pascolato, da tecelagem Santacostancia.

 Ao mesmo tempo, com a abertura do mercado para as importações, o produto brasileiro sofria severa concorrência de peças mais baratas, que seduziram sobretudo um consumidor com pouco dinheiro para gastar em roupas. A partir de 1992, com a entrada dos tecidos importados, despencaram os preços, dando origem à mais longa agonia do setor até então: entre 1992 e 1997, pelo menos 773 empresas da área têxtil fecharam, e mais de 1 milhão de pessoas perderam o emprego.

 As importações mexeram também no mercado do luxo. A empresária Eliana Tranchesi, da loja Daslu, aproveitou o momento para começar a negociar com grifes internacionais, trazendo para São Paulo (ao longo da década) marcas como Chanel, Gucci, Dolce&Gabbana e Prada. Difícil foi convencer essas marcas internacionais a entrar no Brasil, já que o país tinha um mercado apenas incipiente e a fama de mau pagador, além de enfrentar boa dose de ignorância da parte dos grandes conglomerados do Planeta Fashion. A Chanel foi a primeira e abriu caminho para as outras. O império Daslu se descortina também nos números, com mais de 80 marcas comercializadas. Eliana e sua equipe de compradores viajam para as quatro cidades do Planeta Fashion, vendo desfiles e fazendo os pedidos da loja, agora sim adequados ao clima e ao gosto de brasileiras e brasileiros. Com a iniciativa da Daslu, o país entrou no mundo das grifes e deu origem a um novo espectro de cliente e de consumo, definindo os contornos de uma geração: as “dasluzetes” (meninas de família da classe alta, loucas por status, fashion victims sem culpa).

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