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Mostrando postagens de Julho, 2010

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BELEZA: Neste Natal, a Natura traz mais de 70 opções de presentes exclusivos e convida as pessoas a reencontrarem a beleza de presentear

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Além de diversas promoções para a data e produtos em edições especiais, a marca busca incentivar as pessoas a procurarem o real motivo pelas quais elas presenteiam, e com isso, retomar o significado do presenteHoje em dia, comprar um presente para alguém muitas vezes se torna uma tarefa árdua, uma obrigação social. Neste Natal, a Natura convida as pessoas a saírem do modo automático e pararem para pensar nos porquês de presentear alguém. Nos motivos pelo qual aquela pessoa merece o presente. É porque ela não larga a sua mão em momentos difíceis? É porque ele faz seu coração bater mais forte? A Natura acredita que ao procurar os seus porquês, você encontra o melhor presente – afinal, a beleza de um presente, está no porquê.Novidades Natura para o NatalAlém dos presentes especiais, a Natura também preparou novidades para as embalagens de presentes, que agora passam a ser laranja, cor da marca. Elas também chegam no Natal com uma nova versão, a mini, que é do tamanho perfeito…

IDADE CONTEMPORÂNEA (Séc. XlX): A Alta-Costura

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Em 1857, o inglês Charles Frederick Worth abre a primeira casa de alta-costura, num processo de reelitização, uma reação à considerável democratização da moda trazida pelos progressos da confecção. A principal inovação conceitual de Worth: a partir dele, surge a idéia de sermos vestidos por alguém que tem o poder de decidir por nós o que deve ser usado, o que é bom gosto, o que é elegante, etc. Worth colocou a figura do costureiro no centro da moda e todas as outras profissões - tecelões, chapeleiros, sapateiros, bordadores, etc. - passaram a depender de suas criações e de suas decisões sobre os rumos da moda.


Paralelamente, surgiu para o homem a roupa de trabalho e a figura masculina tornou-se um verdadeiro reflexo de uma sociedade produtiva, passando a ficar cada vez mais sóbrio e a mulher cada vez mais enfeitada.

Os volumes das saias ganharam novas proporções, ficando reta na frente e volumosa e de aspecto circular só na parte de trás.

Os tecidos mais usados eram os de decoração, d…

IDADE CONTEMPORÂNEA (Séc. XlX): Era Vitoriana

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A segunda metade do século XIX foi marcada pelos monarcas Napoleão III, na França e Vitória na Inglaterra, período de grande prestígio da burguesia.


A década de 50 do século XIX foi marcada pelo uso da crinolina, um tecido feito de crina de cavalo mesclado ao algodão ou linho, com propriedades rijas e flexíveis, com a obtenção do volume através de armação de aros de metal chamada de cage (que em inglês ou francês significa gaiola).

Nesse período a moda encontrou uma maneira de se diferenciar, devido ao prestígio financeiro da burguesia industrial, o aspecto visual das roupas estava muito semelhante àqueles da nobreza e da aristocracia. Surgiu o conceito da alta-costura nas mãos de Charles Frederick Worth e com a invenção da máquina de costura, no período do Romantismo, entrou para a moda o prestígio do artista, o criador de moda que exteriorizava seu gosto e suas vontades no processo de elaboração de roupas.

IDADE CONTEMPORÂNEA (Séc. XIX): Romantismo

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O Romantismo correspondeu entre os anos de 1820 e 1840, porém o momento entre Império e ele foi chamado de Restauração, entre 1815 e 1820.


Essa época foi para a moda um período de transição entre a moda Império e a Romântica. Os vestidos chegaram às canelas e bem mais ornamentados. A forma cilíndrica estava se transformando em cônica, escondendo a silhueta do corpo, as mangas compridas e justas até os punhos, bufantes na altura dos ombros e decotes mais altos.

A moda masculina estava a todo vapor desde o Império e muito significativa na Inglaterra. Paris ditava as regras da moda feminina e Londres se impunha na masculina.

Surgiu o estilo dandy na Inglaterra de George Bryan Brummel (1778-1840), o Belo Brummel que teve seus dias gloriosos entre 1800 e 1830. Foi uma maneira de ser, um modo de vida, uma maneira de se vestir, fazendo com que a distinção e a sobriedade se tornassem a marca registrada da moda masculina.

A justeza da roupa foi a marca registrada do conceito, golas altas, pesc…

IDADE CONTEMPORÂNEA (Séc. XIX): Império

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A sociedade francesa estava dividida em três estados: o clero, a nobreza e o restante da população.


A insatisfação com as diferenças sociais e o excesso de privilégios das classes favorecidas gerou uma revolta popular que culminou com a Tomada e Queda da Bastilha a 14 de julho de 1789, data-marco de todo o processo revolucionário.

A história da humanidade viveu um grande momento de mudanças sociais, o processo foi gradual e deu início a um novo período histórico, a Idade Contemporânea. O século XIX é considerado o maior século da história em caráter ideológico e conceitual.

Podemos dividir a moda em quatro períodos: Império, Romantismo, Era Vitoriana e La Belle Époque.

O Império sob o comando de Napoleão I na França (1804-1815), após a Revolução teve influência Inglesa. As roupas masculinas adquiriram sobriedade, o casaco passou a ser do tipo inglês de caça e o uso de botas tornou-se freqüente, além de golas altas e ostensivos lenços amarrados.

A moda feminina, menos ostensiva e extra…

IDADE MODERNA: Rococó

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A Revolução Científica foi o alicerce para o Iluminismo do século XVIII, estabelecendo o apogeu da modernidade.


Os philosophes tinham como objetivo compreender a natureza e a sociedade, através da razão. Paris foi o epicentro dessa filosofia, encontrando adeptos em toda Europa e América do Norte.

O Rococó foi uma arte requintada e aristocrática, que privilegiou valores ornamentais e decorativos buscando expressar através da leveza e da delicadeza.

O período de transição foi denominado de Regência (1715-1730 Philipe d’Orleans), sendo que o Barroco esteve associado à Luís XIV e o Rococó à Luís XV.

No período do Rococó (1730-1789), decorar excessivamente foi o valor predominante.

A moda manteve-se com toda a pompa e rigor já existentes, porém as roupas eram mais fáceis de usar, a renda permanecia em vigor, o volume das perucas diminuíram, mas passaram a ser empoadas com pó branco, predominando o penteado baixo.

Na moda feminina, a flor foi o grande ornamento, tanto as naturais quanto as …

IDADE MODERNA: Barroco

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O século XVII chegou trazendo para a humanidade a Revolução Científica, um período de grande transformação intelectual. A tentativa de conhecer os segredos da natureza fez do homem um grande observador que passou também a sistematizar suas experiências.


Da Itália partiu o estilo Barroco e Velázquez, Rubens, Rembrandt, Caravaggio entre outros, difundiram o estilo expressivo nos efeitos de luz e sombra nas pinturas, ornamental e opulento na arquitetura, buscando retratar a emoção humana.

No que diz respeito à moda, não havia uma corte capaz de ditar modos e modas. Não havia na Europa uma unidade nas vestimentas, elas variavam de acordo com o país.

De uma forma geral, na moda masculina o gibão se ampliou, os cullotes além de justos, cresceram até abaixo dos joelhos, as botas eram adornadas, uma casaca de tecidos sofisticados como veludo ou brocado e usavam longos cabelos naturais, porém o uso de perucas tornou-se um hábito de moda e um dos elementos mais importantes da elegância masculi…

IDADE MODERNA: Renascimento

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Período que redescobriu os valores do humanismo greco-romano, surgiu na Península Itálica, especificamente na cidade de Florença e seus conceitos foram difundidos por toda Europa.
O comércio e a indústria se expandiram; a religião católica foi abalada com o protestantismo; a vida cultural citadina ganhou forças; o homem e seu talento foram valorizados.
A indústria têxtil deu um grande desenvolvimento e algumas cidade italianas foram responsáveis pela elaboração de tecidos como brocados, veludos, cetins e sedas.
As cortes européias estavam bem estabelecidas e houve uma identidade própria. A influência da corte italiana aos poucos foi substituída pela alemã, francesa, espanhola e inglesa, enfim, um povo acabava influenciando outros.
Para os homens, a roupa característica desse período foi o gibão (corresponde na contemporaneidade ao paletó), normalmente acolchoado, podendo ou não ter mangas, abotoado à frente e uma basque sobre o calção. Sobre o gibão usavam a jacket, ou uma túnica aberta à…

IDADE MÉDIA: Europa Gótica

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O restabelecimento da economia e a revalorização dos centros urbanos acarretaram modificações associadas à solidificação das monarquias européias e o crescimento do poder da Igreja. No final do século XI o Papa Urbano II convocou todo o povo cristão para uma cruzada rumo ao Oriente para salvar os lugares santos.
Em sucessão ao estilo românico, de aspecto pesado, campesino e horizontalizado do final da Alta Idade Média, surgiu o estilo gótico, imponente, urbano e verticalizado.
Além de uma certa unidade visual adquirida pela união dos povos em função das Cruzadas, um certo aspecto de orientalização nas vestimentas européias. Elas começaram a delinear um pouco mais na parte superior dos vestidos femininos e passaram a ter abotoamento lateral.
As mangas ganharam amplitude na altura dos punhos. O uso de véus e uma moda muito peculiar foi a barbette, uma banda de tecido que passava sob o queixo, elevada às têmporas e presa no alto da cabeça, além dos adornos e penteados sofisticados chamados …

IDADE MÉDIA: Europa Feudal

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Os centros urbanos passavam por crises econômicas. Época de decadência no comércio, o declínio de autoridade centralizada e o deslocamento do homem para o campo. Assim surgiram os feudos, com o rendimento centralizado na produção agrícola e o poder político nas mãos dos senhores das terras. Este foi o sistema social que caracterizou a Europa Ocidental na segunda metade do primeiro milênio da era cristã.
No sistema de feudalismo, a roupa usada por mais ou menos favorecidos tinha diferença nos tecidos e nos ornamentos, porém o corte era muito semelhante entre eles. Lã ou o linho, distinguindo-se na qualidade técnica de fiação, mas os mais favorecidos chegavam a usar a seda.
A quantidade de tecido usada para elaborá-las, eram uma forma reguladora de diferenças sociais, assim como as cores. Os homens usavam a gonelle (tipo de túnica) presa ao corpo por um cinto, uma capa forrada de pele e atada ao ombro por um broche, braies (calções) com meias por baixo das túnicas e às vezes uma capa com …

IDADE MÉDIA: Bizâncio

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Roma enfraquecida, a capital do império foi transferida para uma colônia grega que se chamava Bizâncio e a capital passou a ser Constantinopla, região de situação geográfica privilegiada entre Oriente e Ocidente.
Na indumentária havia uma grande aproximação entre as roupas civis e religiosas. A seda foi desenvolvida, não precisando importá-la da Índia e China. Normalmente usada pelos altos funcionários da corte e os mais suntuosos eram de uso da família imperial, que ainda bordavam com fios de ouro e prata, pérolas e pedras preciosas. A lã, o algodão e o linho também faziam parte da indumentária de Bizâncio.
Com referências romanas, persas e árabes, Bizâncio também influenciou a indumentária da Europa Ocidental. As cores eram muito presentes, assim como o uso de bordados com cenas religiosas, motivos florais e animais. Tinha como principal característica o fato de esconder o corpo, claramente evidenciado pelas formas amplas, mas era claro também a sua função quanto um diferenciador soci…

IDADE MÉDIA: Povos Bárbaros

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No ano de 476, a queda do Império Romano marca o término da Idade Antiga e o início da Idade Média. As invasões dos bárbaros ajudaram a causar o declínio. Habitantes do norte e leste da Europa, esses povos fugiam de regiões climáticas desfavoráveis, de frio intenso.
Em suas roupas, trabalhavam a lã, o linho e o algodão, criando túnicas curtas, às vezes de couro também. Usavam um manto de couro ou pele, presos por broches ou alfinetes; calções curtos denominados braies ou calças longas atadas por tecido, presas por um cinto através de passantes com uma função protetora contra atritos e frio, pois eram nômades e se locomoviam sobre animais.
As mulheres usavam uma túnica longa presa por broches e atadas por cintos, um xale também preso e por baixo uma camisa de linho com abertura frontal até o peito.
Cabelos longos, toucas, calçados fechados ou sandálias de couro para ambos os sexos.
No decorrer do tempo, devido o contato com culturas romana e bizantina, passaram a ter gosto por adornos…

ANTIGUIDADE CLÁSSICA: Roma

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No ano de 753 a.C. ao século V, Roma recebeu influências etruscas e as principais linhas de suas roupas foram adaptadas da dos gregos.
A peça característica foi a toga, correspondente ao himation grego e uma evolução da tebena etrusca. Usavam a túnica e, por cima, a toga, volumosa e denunciadora do status, normalmente de lã e formato de semicírculo. Pessoas mais simples usavam só a túnica.
As mulheres usavam a túnica longa e a stola sobre ela, outro tipo de túnica com mangas. A peça correspondente à toga era a pella, um manto de formato retangular.
Usavam também uma grande variação de penteados e jóias como pulseiras, anéis, colares, brincos e nos pés, sandálias amarradas na perna.

ANTIGUIDADE CLÁSSICA: Etrúria

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Atual Toscana, na Itália, por volta do século VII a.C. e VI a. C. viviam os etruscos, considerados antecessores dos romanos, sua cultura foi descoberta da iconografia encontrada em túmulos. Vindos em migrações da Ásia, mostram referências orientais; além de traços gregos.
A tebena, manto etrusco era habitual. As mulheres vestiam túnicas longas decorativas e o manto, semelhante ao masculino, passado sobre a cabeça.
Os homens calçavam botas com o bico levantado (oriental) e sandálias (grega).
Sua grande característica foi a joalheria em metal precioso e pedras preciosas em alfinetes, colares, braceletes, anéis, fivelas e coroas, verdadeiros objetos de arte.

ANTIGUIDADE CLÁSSICA: Grécia

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De litoral muito recortado e com inúmeras ilhas, de clima quente, sua cultura teve um apurado padrão estético que influenciou a seu tempo e ainda hoje em grande parte do mundo ocidental.
Entre os séculos VII e I a.C. o que mais podemos notar foram os drapeados elaborados e marcantes. Um retângulo largo e comprido de tecido era suficiente para a peça mais característica de sua indumentária: o quíton. Os dos homens podiam ser longos para cerimônias ou curtos para o dia-a-dia; o feminino era longo. Era a túnica dos gregos, colocado ao corpo preso sobre os ombros por broches ou alfinetes e com uma das laterais fechada e a outra aberta, amarrado na cintura com um cinto ou cordão.
Quíton quer dizer “túnica de linho”, o tecido mais usado mas a lã também servia de base têxtil para a peça, que eram de diversas cores e não sempre da cor natural da fibra. Com o passar do tempo passou a ser composto de duas partes costuradas possuindo mangas.
Como traje complementar, usavam mantos: os masculinos era…

ANTIGUIDADE CLÁSSICA: Creta

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Maior ilha situada no mar Mediterrâneo (1750 a.C. à 1400 a.C.) influenciou inclusive a cultura grega.
Os homens usavam uma espécie de tanga com cinto e o torso nu; as mulheres, bem diferentes, usavam saias longas no formato de sino com babados sobrepostos, uma espécie de avental na frente e nas costas sobre a saia (lembrando a tanga masculina) e um tipo de blusa costurada nos ombros, mangas curtas, deixando os seios à mostra, associado à fertilidade e fartura. Os menos favorecidos usavam só a saia, feitas em linho, lã ou couro.
As diferenças eram grandes, mas havia pontos em comum em seus hábitos: o da cintura afunilada, que homens e mulheres desde crianças faziam com um cinto, os cabelos longos com cachos, ornamentos tipo chapéu ou turbante, sandálias ou botas e jóias como alfinetes, colares, e brincos.

ANTIGUIDADE ORIENTAL: Egito

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No Egito as roupas e complementos ganhavam a conotação de distinção de classes, os nobres se diferenciavam em opulência e os de classes menos favorecidas andavam até nus.
O típico traje era o chanti, espécie de tanga masculina e o kalasaris, uma túnica longa usada tanto por homens quanto pelas mulheres.
A cor predominante era branco e em fibra natural vegetal, o linho e algodão. A fibra natural animal como o couro era considera impura e era proibida.
Na cabeça, colocavam um cone de cera sobre a peruca, que derretiam e untavam a cabeleira e a roupa, aderindo ao corpo.
O piolho, uma das pragas, tornava necessário os cabelos raspados e o uso de perucas de cabelo natural ou de fibras vegetais como linho e palmeira, ganhou conotação de status social.
Para a dignidade faraônica era comum o uso da claft, pedaço de tecido sobre a cabeça com as laterais emoldurando-lhe a face, barba postiça de cerâmica.
Como adornos, os egípcios comuns usavam brincos, braceletes e colares simples, porém os nobres os…

ANTIGUIDADE ORIENTAL: Mesopotâmia

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Na região entre os rios Eufrates e Tigre, atual Oriente, desenvolveram diversas culturas (IV milênio a.C.) e as principais foram a sumeriana, assíria e babilônica. Denominada pelos gregos de Mesopotâmia, essa região é considerada o berço das civilizações.
Foram os sumerianos que desenvolveram a escrita, a cuneiforme, em 3500 a.C.
Os homens usavam um saiote de pele com o pêlo do animal chamado kaunakés, caracterizado pelos tufos de lã na peça; com o torso nu e as mulheres vestiam eles mais longos e cobrindo o colo.
Com o tempo, foram sendo substituídos por uma espécie de túnica com mangas.
O tecido usado foi o algodão, produzido na região da Índia, além da lã e linho, e a seda da China.
A suntuosidade das roupas indicava a posição de prestígio.
Homens e mulheres usavam os cabelos longos e os cacheavam, inclusive os homens faziam também com a própria barba, além de já usarem brincos. Usavam também um gorro, chamado pelos gregos de barrete frígio e um tipo de bota de couro com o bico lev…

PRÉ-HISTÓRIA

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No princípio foram utilizados folhas vegetais e depois as peles de animais. No Antigo Testamento diz que o homem cobriu o corpo pelo caráter de pudor mas há outras interpretações que dizem ter coberto pelo caráter de adorno, por proteção, mas foi na verdade uma necessidade.


As folhas e peles por serem materiais biológicos, deterioravam-se com o tempo.
As peles eram usadas com o próprio pelo do animal, normalmente de urso ou rena, e passavam por processos de mastigação para serem amaciadas. Posteriormente, untavam com óleos ou gorduras animais para impermeabilizar e dar maciez, proporcionando uma maior durabilidade à peça.


Na seqüência, utilizavam o tanino, um elemento que é liberado de certa cascas de árvore quando mergulhadas em água. Técnica de grandes resultados no tratamento das peles, que eram presas ao corpo com garras dos animais, nervos, tendões ou até fios da crina ou do rabo de cavalos.


Com a fixação do homem ao solo, ele deixou de ser nômade caçador para trabalhar com a criação…

INTRODUÇÃO

A moda iniciou sua vida longa e robusta na Europa medieval cristã, junto com ideais religiosos e intelectuais de elevação do espírito e da mente acima do mundo material e carnal, propôs um sistema novo, obrigatório, para a elegância ocidental. Nos séculos XVII e XVIII, a nobreza ditava as leis, seguida e imitada pela alta burguesia.
 Em 1858, desponta Charles Frederick Worth, considerado o primeiro estilista de alta-costura, empenhado em impor seu estilo, já que não se limitava a desenvolver os modelos que suas clientes pediam. O relacionamento de executante e senhor se modifica, então para criador e cliente, permitindo à Moda evoluir com rapidez ao ciclo das estações climáticas.
 Com o crescimento das cidades e com a organização da vida nas cortes, o interesse pelo traje e pelas constantes variações no estilo de vestir ficou mais evidente. Criou-se um ambiente favorável ao hábito de imitar as inovações lançadas por determinado grupo ou indivíduo de prestígio, reproduzidas rapidamen…

APRESENTAÇÃO

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Moda, Comunicação e Educação. Através da minha experiência nessas áreas, pude observar a inexistência de um material básico e objetivo na narração resumida do sistema da moda que pudesse servir de apoio único no desenvolvimento e docência desta disciplina. Daí surgiu a idéia de desenvolvê-lo e hoje aqui está, o blog “ORESUMODAMODA” com os melhores textos pesquisados contando um pouco mais sobre o mundo da moda pra você. @marcosgomesbr
Através deste espaço você vai ficar sabendo um pouco mais sobre a história da moda, seu mecanismo, tendências, curiosidades e o uso dela em nosso favor, ou seja, através do conhecimento e compreensão do assunto, podemos fazer da moda uma aliada para expressar melhor nossa mensagem. TRANSLATION: "PRESENTATION"
Fashion and Education. Through my experience in both areas, I have noted the lack of a basic material and goal in narration summarized fashion system that could serve as a single support in developing and teaching this discipline. Hence arose…

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